sábado, 2 de setembro de 2017

Veneza Water Park é investigado por furtar quase R$ 1 milhão em energia elétrica

Fonte: G1
Foto: Reprodução/Google Maps
A Polícia Civil de Pernambuco investiga um suposto roubo de energia elétrica por parte do parque aquático Veneza Water Park, localizado em Maria Farinha, Paulista, no Grande Recife. De acordo com o Instituto de Criminalística (IC), o estabelecimento escondia um dispositivo “on/off” que, quando acionado, só registrava metade do consumo. Em 36 meses, segundo a Companhia Energética de Pernambuco (Celpe), o parque aquático furtou quase R$ 1 milhão em energia.
A pedido do delegado Álvaro Muniz, da Delegacia de Maria Farinha, o estabelecimento foi periciado no dia 9 de junho deste ano. No local, os peritos encontraram a fiação escondida dentro de uma parede. Ela estava conectada a um interruptor “on/off”, camuflado atrás de uma caixa de passagem de energia.
“Tal derivação irregular encontrava-se emparedada e seus terminais encontravam-se munidos de artifícios de camuflagem, encobertos de forma dolosa por caixa de passagem, que dificultava sua detecção por fiscalizações menos acuradas”, diz o documento. O laudo foi entregue à polícia no dia 28 deste mês.
O G1 entrou em contato com o Veneza Water Park, mas ainda não obteve retorno.
A Celpe denuncia que o lugar comete o crime há três anos. Ela aponta que, ao todo, o parque aquático desviou, aproximadamente, 2 gigawatts de energia durante esse período. Em nota, a companhia afirma que, com a confirmação das irregularidades pela perícia do IC, está cobrando o valor furtado.
“A Celpe aguarda a aplicação das sanções previstas em lei e, administrativamente, está cobrando do parque aquático os valores devidos, conforme a legislação vigente”, apontou a companhia através de nota.
De acordo com o delegado, ainda não foi possível confirmar o furto porque os equipamentos estavam desligados no momento em o local foi periciado. “Abrimos o inquérito para saber se o parque utiliza do dispositivo para desviar energia. Como o parque estava fechado, preciso de outros elementos para constatar o crime. Já pedi para a Celpe e aguardo o histórico de consumo do lugar”, concluiu Álvaro Muniz.
PORTAL BOM JARDIM
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