segunda-feira, 7 de agosto de 2017

Porto de Galinhas: 6 meses após ataque, praia ainda sofre as consequências

Por TV Jornal
Reprodução/TV Jornal
A ação violenta de uma quadrilha na praia de Porto de Galinhas, um dos principais pontos turísticos de Pernambuco, em fevereiro deste ano, ainda deixa marca na cidade. Seis meses após bandidos explodirem terminais eletrônicos da Caixa Econômica e a agência do Banco do Brasil, moradores e turistas têm dificuldades para sacar dinheiro e fazer "girar" a economia local.
O banco está fechado e estabelecimentos comerciais que tinham caixas eletrônicos estão desistindo dos equipamentos. Quem precisa sacar dinheiro tem que usar o único Banco 24 Horas e as transações financeiras no comércio têm que ser feitas com o cartão de crédito.
A equipe de jornalismo da TV Jornal, com o repórter Denis Cavalcanti, esteve no município e preparou uma reportagem especial sobre a situação da praia de Porto de Galinhas, que será exibida nesta segunda-feira (7), às 7h30, no Notícias da Manhã PE, com Anne Barreto.
Na madrugada do dia 3 de fevereiro, por volta das 2h30, uma quadrilha invadiu as agências da Caixa Econômica Federal e Banco do Brasil, localizadas no centro de Porto de Galinhas. Os criminosos usaram armas de grosso calibre e atiraram contra vários imóveis, como a delegacia, lojas, hotel e pousada.
Moradores e turistas ficaram presos na parte da areia da praia, o único lugar evitado pelos bandidos. O circuito de câmeras de um estabelecimento próximo ao Banco do Brasil registrou a ação de parte da quadrilha.
Cerca de 15 homens participaram da ação. O ataque aconteceu por volta das 2h30 da madrugada, quando muitos moradores e turistas ainda estavam nas ruas. O comércio local também foi atingido e muitos artesãos perderam boa parte do material.


PORTAL BOM JARDIM
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